Pesquisa e repertório cultural

Floresta Viva

O tema da festa era a floresta. A aniversariante amava a comida de Belém, que não comia havia muito tempo. Vitor juntou as duas coisas num menu paraense, com louças vindas do Pará.

A história

O aniversário tinha tema: Festa na Floresta. A pista estava na própria aniversariante. Ela conhecia Belém, amava a comida paraense e fazia muito tempo que não a comia. A floresta, ali, podia ser a mesa de Belém.

Na véspera, Vitor foi à Ceasa do Rio atrás de açaí de verdade, tambaqui, jambu e farinha d'água, e reuniu louças de Belém — algumas chegaram de avião.

Peças de cerâmica marcadas “Belém-PA” sobre esteira de palha, à luz de velas
Peixe inteiro assado, servido numa travessa em forma de peixe
Bolinhos empanados sobre folhas, com uma tigela de molho escuro ao centro
Travessa vermelha com pedaços dourados e pães, sobre esteira de palha
Tigelas de açaí, farinha de tapioca e morangos sobre a mesa
Cocos recheados servidos sobre gelo
Beijus enrolados servidos sobre uma canoa de madeira
Cartão do menu Floresta Viva impresso, apoiado à luz de velas
A mesa da festa, com louças de Belém.
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Várias preparações eram novas para ele. Vitor escolheu a releitura, respeitando os clássicos sem prometer reproduzi-los: um menu em capítulos — Sussurros da Mata, Douradinha na Névoa do Tucupi, Brasa do Rio Negro, Noite Roxa da Amazônia. Entre os convidados, havia paraenses.

A noite da festa: o menu, a mesa e o serviço.

Intenção

Levar a aniversariante de volta à mesa de Belém, dentro do tema da floresta.

Tradução

Um menu paraense em capítulos — jambu, tucupi, tambaqui na brasa, castanha-do-pará e açaí —, com louças de Belém à mesa.

Próxima experiência

Três dias e uma lancha